Durante todo o mês, equipes da Vigilância Epidemiológica percorrerão o município com visitas domiciliares, distribuição de material educativo e orientações sobre a doença.
A Secretaria Municipal de Saúde de Lagoa do Tocantins deu início à campanha Agosto Verde, mobilização voltada à prevenção e ao enfrentamento da leishmaniose. As ações serão desenvolvidas durante todo o mês de agosto pela equipe da Vigilância Epidemiológica, que realizará visitas às residências para levar informações à população e reforçar as medidas de prevenção contra a doença.
Durante a campanha, os agentes farão a entrega de folders educativos e orientarão os moradores sobre os cuidados necessários para reduzir os riscos de transmissão. Entre as recomendações estão a limpeza de quintais, a retirada de matéria orgânica acumulada e a adoção de medidas que dificultem a proliferação do mosquito-palha, inseto responsável pela transmissão da leishmaniose.
A leishmaniose é uma doença causada por um parasita e pode acometer tanto cães quanto seres humanos. Nos animais, os sinais mais comuns incluem emagrecimento, feridas na pele, queda de pelos e crescimento anormal das unhas. Já nas pessoas, a doença pode provocar febre prolongada, fraqueza, perda de peso e, em alguns casos, alterações no fígado e no baço. O diagnóstico precoce é considerado essencial para aumentar as chances de tratamento.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Saulo Campos, a campanha tem como principal objetivo aproximar a informação da comunidade e estimular a adoção de hábitos preventivos.
“A prevenção é a melhor forma de combater a leishmaniose. Por isso, nossas equipes estarão presentes nos bairros para orientar os moradores, esclarecer dúvidas e reforçar medidas simples que fazem diferença na proteção das famílias e dos animais. A participação da população é fundamental para que esse trabalho alcance os resultados esperados”, destacou o secretário.
Além das visitas domiciliares, a Secretaria Municipal de Saúde orienta que qualquer suspeita da doença, seja em animais ou em pessoas, seja comunicada à unidade de saúde mais próxima para avaliação e encaminhamento adequado. Segundo a pasta, a colaboração da população é um dos principais aliados para reduzir os riscos de transmissão e fortalecer as ações de vigilância no município
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